A partir de 2026, pacientes brasileiros com epilepsia de difícil controle terão uma nova alternativa terapêutica.
O cenobamato se destaca por seu mecanismo de ação duplo: ele impede a propagação da crise ao bloquear os canais de sódio nos neurônios e potencializa a ação do GABA, neurotransmissor que "freia" a atividade cerebral.
Dados de pesquisas clínicas indicam resultados inovadores para pacientes com epilepsia farmacorresistente. Pacientes que tomaram a dose de 400 mg mostraram uma diminuição mediana de 65% na ocorrência de crises.