A informação de que Lula acabou com o auxílio-reclusão para todos os presos é falsa. O que aconteceu foi uma mudança na legislação em março de 2026, quando o presidente sancionou a Lei Antifacção, que estabeleceu restrições ao benefício em situações específicas.
A nova regra restringe o pagamento aos dependentes de pessoas presas nas condições previstas pela lei por envolvimento com organizações criminosas ultraviolentas, milícias privadas e grupos paramilitares. Portanto, não houve extinção geral do auxílio-reclusão.
Como funciona o auxílio-reclusão?
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Quem recebe: os dependentes do segurado preso, como filhos e cônjuge, desde que cumpridos os requisitos legais.
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Valor: limitado a um salário mínimo.
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Requisitos: o trabalhador precisa ter contribuído para o INSS por pelo menos 24 meses, atender ao critério de baixa renda e cumprir as demais exigências previdenciárias.
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Objetivo: garantir proteção financeira aos dependentes de um trabalhador segurado que foi preso.
O que muda para as famílias?
A mudança impede a concessão do benefício nas situações específicas abrangidas pela nova lei. Para os demais casos, o auxílio continua existindo, desde que os dependentes preencham os requisitos exigidos pelo INSS.