De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgados em 19 de outubro, o Pará contabilizava 922 focos de incêndio ativos, tornando-se o estado com mais ocorrências naquele levantamento. Na manhã desta terça-feira (20), a qualidade do ar em Santarém havia melhorado para a categoria “moderada”, embora a situação continue exigindo atenção.
Quais são os riscos para a saúde?
A fumaça contém partículas finas que podem penetrar profundamente nos pulmões e agravar problemas respiratórios e cardiovasculares. Crianças, idosos, gestantes e pessoas com asma ou doenças cardíacas estão entre os grupos mais vulneráveis.
Entre os sintomas possíveis estão tosse, irritação nos olhos e na garganta, falta de ar e piora de doenças respiratórias.
Por que os incêndios estão avançando?
A estiagem, o calor e as condições climáticas associadas ao fenômeno El Niño favorecem a propagação do fogo. As queimadas também ameaçam a biodiversidade, prejudicam comunidades locais e comprometem atividades econômicas e turísticas.
Como se proteger da fumaça?
Especialistas recomendam reduzir atividades físicas ao ar livre, manter portas e janelas fechadas quando a fumaça estiver intensa e utilizar purificadores de ar, se disponíveis. Máscaras PFF2 podem ajudar a reduzir a inalação de partículas finas quando usadas corretamente.