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SEIS CHINESES ESTÃO ENTRE SETE MORTOS APÓS INCÊNDIO EM USINA NA RÚSSIA
Por JOAO BISPO
Publicado em 26/08/2026 07:40
Notícia

Um incêndio de grandes proporções atingiu na terça-feira (25) o Complexo Químico de Gás de Amur, na região de Amur, no extremo leste da Rússia. O número de mortos chegou a sete pessoas, sendo seis cidadãos chineses e uma russa.

Número de vítimas pode aumentar

Além dos sete mortos, nove trabalhadores chineses continuam desaparecidos. Outras 152 pessoas precisaram de atendimento médico, sendo que 36 foram encaminhadas a hospitais.

Equipes de emergência continuam realizando buscas no local para localizar os desaparecidos.

O complexo ainda não estava funcionando

Um dos aspectos que chama atenção no acidente é que o complexo ainda não havia iniciado oficialmente suas operações. A instalação estava em fase de preparação para começar a produção.

O empreendimento é uma parceria entre a empresa russa SIBUR e a chinesa Sinopec e foi projetado para se tornar um dos maiores produtores de polietileno e polipropileno do mundo.

Quando estiver plenamente operacional, a previsão é de produção anual de aproximadamente 2,3 milhões de toneladas de polietileno e 400 mil toneladas de polipropileno.

Por que havia tantos trabalhadores chineses?

A participação chinesa no projeto é significativa porque a Sinopec é uma das empresas parceiras do empreendimento. Além disso, grandes projetos industriais e de infraestrutura na Rússia frequentemente utilizam trabalhadores estrangeiros, incluindo chineses.

Causa do incêndio é investigada

O incêndio foi controlado e posteriormente extinto, mas as autoridades russas abriram uma investigação para determinar as causas.

O Comitê Investigativo da Rússia está apurando a possibilidade de violação das normas de segurança industrial. Ainda não há uma conclusão oficial sobre o que provocou o fogo.

⚠️ Tragédia em um megaprojeto industrial

O acidente chama atenção não apenas pelo número de vítimas, mas também pelo fato de ter ocorrido em uma instalação que estava prestes a entrar em operação. Com nove pessoas ainda desaparecidas e dezenas de feridos, o balanço pode mudar nas próximas horas.

 

A investigação deverá esclarecer se houve falha técnica, erro operacional ou descumprimento de normas de segurança.

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