O avanço do ciclone-bomba provocou ventos extremamente fortes na Baixada Santista, e Santos registrou rajadas superiores a 100 km/h, causando diversos transtornos na cidade e na região.
Entre os principais impactos registrados estão:
- Rajadas acima de 100 km/h, com intensidade suficiente para derrubar árvores, postes e estruturas metálicas.
- Fechamento temporário do Porto de Santos, devido às condições inseguras para a navegação e manobra de embarcações. As operações foram retomadas posteriormente com restrições.
- Queda de árvores e danos estruturais, incluindo o desabamento de um muro e de fachadas de estabelecimentos comerciais, além de danos a veículos.
- Uma morte foi registrada após uma árvore cair sobre um homem no bairro Aparecida, em Santos.
A Defesa Civil emitiu alertas para que a população evitasse áreas abertas, não permanecesse sob árvores, postes ou estruturas instáveis e acompanhasse os avisos meteorológicos. O sistema também trouxe mar agitado e risco de ressaca em todo o litoral paulista.
Segundo especialistas, o ciclone-bomba é caracterizado por uma queda muito rápida da pressão atmosférica, intensificando os ventos e aumentando o potencial para tempestades severas. No Sul e no Sudeste, o fenômeno provocou rajadas superiores a 120 km/h em algumas localidades, interrupções no transporte, falta de energia e outros prejuízos.