O estado de São Paulo ampliou oficialmente a vacinação contra a gripe para toda a população a partir desta segunda-feira, 1º de junho. Agora, qualquer pessoa com mais de seis meses de idade pode receber a vacina contra a influenza nas unidades de saúde dos 645 municípios paulistas.
O que mudou?
Até então, a campanha era focada principalmente nos grupos prioritários, como:
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Idosos.
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Crianças pequenas.
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Gestantes.
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Puérperas.
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Pessoas com doenças crônicas.
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Profissionais da saúde e educação.
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Pessoas com deficiência e outros grupos de maior risco.
Com a nova decisão da Secretaria de Estado da Saúde, as doses passam a ser oferecidas para toda a população, numa tentativa de aumentar a cobertura vacinal antes do período de maior circulação dos vírus respiratórios durante o outono e o inverno.
Por que a ampliação aconteceu?
As autoridades de saúde apontam que os casos de síndromes respiratórias costumam crescer nesta época do ano. A vacinação é considerada a principal forma de prevenir complicações graves causadas pela influenza, especialmente entre pessoas mais vulneráveis.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, milhões de doses já foram aplicadas em 2026, mas a cobertura entre alguns grupos ainda está abaixo do ideal. A abertura para toda a população busca acelerar a imunização e reduzir a circulação do vírus.
Onde tomar a vacina?
A aplicação está sendo realizada nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) dos municípios paulistas. Algumas cidades também mantêm horários estendidos ou pontos extras de vacinação para facilitar o acesso da população.
A vacina causa gripe?
Não. A vacina contra a influenza utiliza componentes inativados do vírus e não provoca gripe. O que pode acontecer é a pessoa já estar incubando outra infecção respiratória quando recebe a dose, gerando a impressão de que a vacina causou a doença.
Por que isso é importante?
A gripe costuma ser tratada como uma doença simples, mas pode causar complicações sérias, como:
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Pneumonia.
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Internações hospitalares.
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Agravamento de doenças cardíacas e respiratórias.
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Maior risco para idosos, gestantes e pessoas com comorbidades.
Por isso, especialistas recomendam aproveitar a ampliação da campanha para atualizar a proteção antes do pico das doenças respiratórias do inverno.