No Brasil, vários casos ganharam repercussão nos últimos anos por suspeita ou associação ao uso intenso de anabolizantes, hormônios, diuréticos e protocolos extremos de preparação física. Em muitos deles, a causa oficial não foi “anabolizante” diretamente, mas problemas cardíacos, convulsões, insuficiência renal ou complicações metabólicas levantaram forte debate sobre o uso dessas substâncias.
Casos conhecidos:
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Gabriel Ganley — morreu em 2026 aos 22 anos. O caso teve enorme repercussão porque ele falava abertamente sobre hormônios e preparação extrema para competições. O atestado apontou cardiomiopatia hipertrófica e morte súbita; especialistas disseram que anabolizantes podem agravar esse tipo de problema cardíaco.
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Marcos Antônio Moraes Paz — morreu em 2025 aos 32 anos, em Goiânia, após sofrer uma crise convulsiva durante preparação para campeonato. Segundo familiares, ele utilizava anabolizantes e substâncias veterinárias como trembolona e clembuterol.
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Jader José de Cristo — vice-campeão mundial de fisiculturismo, morreu após infarto. Embora não tenha sido confirmado oficialmente vínculo direto com anabolizantes, o caso entrou no debate sobre sobrecarga cardíaca no esporte.
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Wanderson da Silva Moreira — citado em reportagens sobre mortes súbitas no fisiculturismo brasileiro após parada cardíaca em competição.
Esses episódios aumentaram a discussão sobre:
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uso de insulina sem necessidade médica;
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protocolos “pré-contest” com diuréticos;
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doses muito altas de testosterona e derivados;
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estimulantes como clembuterol;
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hipertrofia do coração;
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pressão extrema sobre rins e fígado.
Na comunidade “maromba”, especialmente em fóruns e Reddit brasileiros, muita gente comenta que o maior perigo não é apenas o anabolizante isolado, mas a combinação de várias drogas, desidratação e cortes extremos para competição.