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CURIOSIDADES SOBRE A RUA 25 DE MARÇO
1865 — A Rua 25 de Março, em São Paulo (SP), é inaugurada.
Por Susi Hellen Spindola
Publicado em 25/03/2025 07:30
Curiosidades

A rua sempre se chamou 25 de Março?

Não. Antes de 25 de Março ela teve dois nomes: Beco das Sete Voltas e, mais, tarde, Rua de Baixo.

 

Quantas pessoas circulam por dia na 25 de Março?

O número de visitantes diários é de 400 mil pessoas, mas pode chegar a 1 milhão nos dias que atecedem o Natal (o suficiente para lotar 12,5 estádios do Morumbi).

 

Qual o dia de maior movimento?

O dia mais movimentado é a terça-feira, quando os sacoleiros invadem a região.

 

Quais os produtos mais procurados?

São, pela ordem: artigos de armarinhos, artigos de época (Natal, carnaval, festas juninas…), brinquedos, papelaria, bijuterias e acessórios.

 

Quantas lojas existem na 25 de Março?

Anote aí: são 350 lojas e mais de 3 mil stands.

 

E quantos camelôs?

Acredite, são mais de 2 mil camelôs. Detalhe: apenas 74 são legalizados.

 

Quantas pessoas trabalham na região?

 

Entre lojistas, atendentes, seguranças, camelôs, policiais e encarregados de limpeza, o número passa de 60 mil.

 

Qual é a mais antiga loja da 25?

A mais antiga é a Doural, loja de utilidades domésticas e cama, mesa e banho, inaugurada em 1905.

 

Qual a loja mais movimentada?

A de maior movimento é a Armarinhos Fernando, que recebe milhares de clientes todos os dias.

 

É verdade que a 25 de Março possui o metro quadrado mais caro do Brasil?

Sim, o metro quadrado é mais caro do que na sofisticada rua Oscar Freire e na movimentada Avenida Paulista. Enquanto na Paulista o metro quadrado para venda sai por 15 mil reais, na 25 de março ele salta para 25 mil.

 

Algumas curiosidades sobre a 25 de Março:

A primeira grande enchente registrada na 25 de Março data de 1850. Ou seja, não é de hoje que os rios da cidade transbordam e deixam os paulistanos em apuros.

Como sempre perdiam mercadorias com as enchentes, os lojistas começaram a vender os produtos que sobravam (ou, melhor dizendo, “se salvavam”) a preços mais atrativos, dando fama à rua de vender produtos populares e acessíveis. Fama, aliás, que se mantém até hoje.

O compositor Adoniran Barbosa trabalhou como vendedor e entregar numa loja de tecidos da 25 de Março.

Detalhe: ele foi demitido por atender os clientes batucando no balcão.

A rua foi construída sobre o antigo córrego Anhangabaú, que era usado para o transporte de mercadorias em barcas até um porto chamado Porto Geral, que batizou a Ladeira Porto Geral.

 

A 25 de Março é vizinha de outros endereços “especializados” de São Paulo, como a rua São Caetano (conhecida como Rua das Noivas), rua Florêncio de Abreu (especializada em máquinas e equipamentos), rua Santa Ifigênia (produtos eletrônicos e informática), rua da Cantareira (embalagens) e rua Paula de Souza (utensílios de cozinha).

O comércio da região não se resume à 25 de Março. As lojas se estendem por várias ruas vizinhas, tão atrativas quanto a 25.

São elas: Ladeira Porto Geral, rua Barão de Duprat, Rua da Cantareira, avenida Mercúrio, rua Basílio Jafet e avenida Senador Queiróz.

 

 

 

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