
Quem é Jeffree Star?
Jeffree Star (nome verdadeiro: Jeffrey Lynn Steininger Jr.), nasceu em 15 de novembro de 1985, na Califórnia, EUA. É maquiador, empresário, influenciador digital, ex-cantor e fundador da Jeffree Star Cosmetics — uma das marcas de beleza mais lucrativas do mundo.
✅ O que ele faz na vida
- Fundador e proprietário da Jeffree Star Cosmetics (desde 2014) — vende batons líquidos, sombras, pincéis e produtos de pele; fatura dezenas de milhões de dólares por ano.
- YouTuber — canal com cerca de 15,6 milhões de inscritos, onde publica tutoriais, resenhas e polêmicas do mundo da beleza. Em 2018, chegou a faturar US$ 18 milhões só com o YouTube, segundo a Forbes.
- Ex-cantor — lançou o álbum Beauty Killer (2009), com participação de Nicki Minaj; abandonou a música em 2013 e retornou em 2024.
- Outros negócios: linha de cuidados com a pele (Jeffree Star Skin) e criação de iaques em sua fazenda em Wyoming, onde mora atualmente.
- Fortuna estimada em cerca de US$ 200 milhões.
⚠️ Por que foi "cancelado"
Jeffree Star foi alvo de várias ondas de repúdio público, culminando em 2020, quando seu passado voltou à tona de forma massiva:
1. Racismo e comentários ofensivos (principal motivo)
- Vídeos e textos da era MySpace (2003–2009) ressurgiram mostrando-o usando insultos raciais graves contra mulheres negras.
- Criou uma marca chamada "Lipstick Nazi" com suásticas cor-de-rosa em imagens promocionais; defendeu publicamente usar colar com suástica.
- Em um vídeo, brincou sobre jogar ácido de bateria para clarear a pele de uma mulher negra.
- Em 2019, vídeo ao vivo de 2009 reapareceu com insultos raciais → pediu desculpas, mas foi visto como insincero.
2. Outras polêmicas graves
- Antissemitismo, apologia a automutilação e nazismo em textos antigos de seu blog.
- Acusações de agressão sexual, violência física e uso de armas de choque (taser) contra pessoas mais jovens, reportadas por ex-parceiros ao portal Insider.
- Transfobia, bullying e assédio a outros criadores de conteúdo; briga pública com James Charles e Tati Westbrook ("Dramageddon 2.0").
- Promoveu teorias da conspiração sobre a morte de Jeffree Epstein e sobre a COVID-19.
3. Consequências
- Perdeu sponsorships, inscritos e receita temporariamente.
- Parcerias foram canceladas; muitos consumidores boicotaram sua marca.
- Mesmo com pedidos de desculpas, grande parte do público considerou que não houve responsabilização real.
Situação atual
Ele não desapareceu totalmente — continua ativo no YouTube e nos negócios. Porém, perdeu seu status de "queridinho" da comunidade de beleza; é amplamente visto como uma figura controversa que permanece lucrativa apesar do repúdio público. A "cultura do cancelamento" o abalou, mas não o destruiu financeiramente.