Histórico para o Brasil
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Luc Pinheiro Braathen fez história ao conquistar o primeiro ouro do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno, vencendo o slalom gigante. Ele se tornou o primeiro atleta brasileiro e da América do Sul no pódio nessa categoria.
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Outro atleta brasileiro, Giovanni Ongaro, também teve marca histórica no slalom, alcançando o melhor resultado da história do Brasil na prova.
Destaques das competições
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Os próximos dias trazem grandes disputas, como o freestyle skiing (aerials), onde favoritos tentam repetir ou conquistar medalhas.
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Nos esqui alpino feminino, nomes como Mikaela Shiffrin estão muito focados em lutar por medalhas e manter a tradição nas pistas.
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Nos saltos de esqui em equipe, a Áustria ganhou ouro em uma prova marcada por neve forte e festejou um momento emocionante nos Jogos.
Outros momentos marcantes
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Elana Meyers Taylor, de 41 anos, dos EUA, conseguiu um título inspirador no monobob — seu primeiro ouro olímpico após cinco participações e agora é uma das maiores medalhistas americanas da história do evento.
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A equipe holandesa continuou dominando o short track, com Xandra Velzeboer conquistando ouro nos 1000 m.
Medalhas e participação global
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Após 10 dias de competições, países como Noruega e Itália lideram o quadro de medalhas, com fortes campanhas em esportes tradicionais de inverno.
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Participação de nações “novatas” ou com tradição menor em esportes de inverno, como a Arábia Saudita, reforça a diversidade crescente dos Jogos.
Curiosidades & bastidores
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Antes mesmo dos Jogos começarem, houve preocupação com a produção de neve artificial, que foi resolvida a tempo das competições.
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Um episódio curioso nos bastidores foi a falta temporária de preservativos na Vila Olímpica — algo que ganhou atenção internacional e foi explicado como falta de reposição temporária.
Os Jogos Olímpicos de Inverno 2026 vão de 6 a 22 de fevereiro em Milão e Cortina d’Ampezzo, reunindo cerca de 2.900 atletas de 92 países e disputando 116 medalhas de ouro em diversas modalidades.