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PROTEÇÃO AMBIENTAL COMEÇA A DAR RESULTADOS: TARTARUGAS-MARINHAS EM RECUPERAÇÃO
tartarugas-marinhas em recuperação
Por Susi Hellen Spindola
Publicado em 16/01/2026 07:15
Notícia

 

 Durante décadas, as tartarugas-marinhas estiveram à beira do colapso, ameaçadas por pesca predatória, poluição, destruição de praias e tráfico de ovos.

 Hoje, os dados começam a contar uma história diferente: várias espécies registraram números recordes de ninhos em diferentes regiões do planeta.

 Mais ninhos significam mais fêmeas reprodutivas — um dos indicadores mais claros de recuperação ecológica para espécies ameaçadas.

O que mudou? Proteção consistente ao longo do tempo. Tartarugas demoram décadas para atingir a maturidade, então os resultados vistos agora refletem esforços iniciados anos atrás.

 Entre as ações decisivas estão:
️ proteção legal das praias de desova
combate ao comércio ilegal de ovos
redução da captura acidental na pesca
restauração de habitats costeiros

Projetos comunitários também foram essenciais. Em muitos países, moradores locais passaram de exploradores a guardiões das tartarugas, unindo conservação e renda sustentável.

 Algumas populações antes consideradas “em colapso” hoje mostram crescimento estável, algo impensável há poucas décadas.

 Importante destacar: isso não é coincidência nem sorte. É a prova de que políticas ambientais funcionam quando são mantidas no longo prazo.

 Os desafios continuam — mudanças climáticas, aquecimento da areia, plástico nos oceanos e elevação do nível do mar ainda ameaçam a espécie.

Mesmo assim, o avanço é simbólico: a natureza responde quando recebe espaço, tempo e proteção.

 

As tartarugas-marinhas estão voltando — e com elas, a evidência de que a recuperação ambiental é possível.

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