Nas últimas décadas, o mundo viveu um avanço histórico: a proporção de pessoas vivendo em extrema pobreza caiu drasticamente, atingindo o menor nível já registrado.
Extrema pobreza significa viver com recursos tão limitados que faltam necessidades básicas, como alimentação adequada, moradia digna, saúde e educação.
Em meados do século XX, mais da metade da população mundial vivia nessa condição. Hoje, esse número foi reduzido a uma fração muito menor.
O que explica esse avanço? Uma combinação de fatores:
crescimento econômico em países em desenvolvimento
mais acesso à educação
avanços na saúde pública
aumento da produtividade agrícola
inovação e tecnologia
Países da Ásia tiveram papel central nesse progresso, especialmente com a retirada de centenas de milhões de pessoas da extrema pobreza ao longo das últimas décadas.
Importante destacar: não foi um processo automático. Políticas públicas, comércio internacional, programas sociais e investimentos em capital humano foram decisivos.
Apesar do marco histórico, o desafio não acabou. Crises recentes — como pandemias, conflitos e mudanças climáticas — mostraram que o progresso pode ser reversível.
Além disso, a extrema pobreza hoje está mais concentrada em regiões específicas, especialmente na África Subsaariana e em áreas afetadas por guerras e instabilidade.
O dado mais importante: reduzir a pobreza é possível. A história recente prova que escolhas econômicas e políticas fazem diferença real na vida de bilhões de pessoas.
O próximo passo não é apenas reduzir números, mas garantir prosperidade sustentável, inclusão e resiliência para que ninguém fique para trás.
✨ Menos pobreza extrema é uma vitória da humanidade — e também uma responsabilidade contínua.