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MORREU EM NOVEMBRO: LEONARD COHEN
Por Susi Hellen Spindola
Publicado em 01/11/2025 16:49
Por Trás da Fama

 

 7 de novembro de 2016

 

Quem foi Leonard Cohen

Leonard Norman Cohen (1934 – 2016) foi cantor, poeta e escritor canadense, conhecido por suas letras melancólicas, espirituais e intensamente humanas.

 

Antes mesmo de ser músico, Cohen já era um poeta respeitado no Canadá — seu primeiro livro, Let Us Compare Mythologies (1956), saiu quando ele tinha apenas 22 anos.

Mas foi na música que sua poesia ganhou voz.

 

Entre os anos 1960 e 2010, Cohen lançou mais de uma dezena de álbuns, criando canções que falam sobre amor, fé, solidão, política e a busca por sentido.

 

Principais obras

Algumas de suas músicas se tornaram hinos universais:

 

Hallelujah (1984) — gravada por dezenas de artistas e eternizada por Jeff Buckley.

 

Suzanne

 

So Long, Marianne

 

Bird on the Wire

 

Dance Me to the End of Love

 

 

Sua voz grave, sua presença discreta e suas letras existenciais o transformaram em um ícone cult — um poeta disfarçado de cantor.

 

⚰️ Como ele morreu

Leonard Cohen faleceu em 7 de novembro de 2016, aos 82 anos, em sua casa em Los Angeles.

 

A causa oficial foi uma queda durante o sono, que resultou em complicações fatais.

 

Na época, ele lutava contra problemas de saúde decorrentes da idade e câncer.

Apesar da fragilidade física, Cohen estava ativo até o fim: lançou seu último álbum, You Want It Darker, três semanas antes de morrer — uma despedida artística poderosa, quase profética.

 

Seu legado

Leonard Cohen é lembrado como um dos maiores letristas da música moderna.

 

Sua obra atravessa gerações e influenciou nomes como Bob Dylan, Nick Cave, U2, Rufus Wainwright e muitos outros.

Ele uniu poesia, filosofia e espiritualidade em canções que falam sobre a condição humana — sem clichês, mas com verdade.

 

Cohen mostrava que a beleza pode existir até nas rachaduras, como escreveu em uma de suas frases mais famosas:

 

“There is a crack in everything — that’s how the light gets in.”

 

(“Há uma rachadura em tudo — é assim que a luz entra.”)

 

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