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MORREU EM ALGUM NOVEMBRO: JENNY LIND
Por Susi Hellen Spindola
Publicado em 29/11/2025 09:00
Por Trás da Fama

 

  Quem foi, o que fez e por que ficou para a história 

 

Quem era Jenny Lind?

Jenny Lind (1820–1887) foi uma cantora de ópera sueca, mundialmente conhecida como “O Rouxinol Sueco”. Considerada uma das vozes mais extraordinárias do século XIX, ela conquistou a Europa e os Estados Unidos com seu talento, carisma e forte senso humanitário.

 

O que ela fez da vida

 

1. Tornou-se um fenômeno musical ainda jovem

 

Com apenas 18 anos já era aclamada nos palcos de Estocolmo.

 

Sua combinação de técnica impecável e sensibilidade emocional tornou sua voz lendária.

 

2. Conquistou a Europa

Ela se apresentou nos principais teatros do continente, interpretando papéis em óperas de Bellini, Meyerbeer e outros compositores importantes.

 

3. Tornou-se um fenômeno nos EUA graças a P.T. Barnum

Em 1850, o empresário P.T. Barnum (sim, o mesmo de O Rei do Show) organizou uma turnê gigantesca com Jenny Lind.

 

Mesmo antes de ela cantar no país, multidões já lotavam ruas e estações para vê-la. Foi um dos primeiros grandes fenômenos de marketing da história da música.

 

4. Converteu fama em filantropia

Grande parte do dinheiro que ela ganhou — e foi MUITO — foi doado para causas sociais, como:

 

escolas para crianças carentes;

 

hospitais;

 

ajuda para músicos com dificuldades;

 

bolsas de estudo na Suécia e na Grã-Bretanha.

 

 

‍‍‍ 5. Uma vida pessoal discreta e dedicada à arte

Depois de se aposentar dos palcos, viveu calmamente na Inglaterra, casada com o pianista Otto Goldschmidt, com quem teve três filhos.

 

O legado de Jenny Lind

 

1. Mudou a forma como o mundo via cantores de ópera

Ela provou que artistas poderiam ser celebridades globais — mesmo antes das gravações e da mídia moderna.

 

2. Inspirou modelos modernos de turnês

A parceria com Barnum é considerada o primeiro grande projeto de marketing para um artista na história.

 

3. Instituições de música levam seu nome até hoje

Há bolsas de estudo, escolas e festivais dedicados a ela na Europa e nos EUA.

 

4. Símbolo de humildade e filantropia

Apesar da fama gigantesca, era conhecida por sua generosidade, comportamento simples e foco total na arte.

 

5. Virou referência cultural moderna

Ela aparece em livros, biografias, filmes, peças e foi apresentada para uma nova geração através do filme “O Rei do Show” (2017).

 

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