O que é herpes ocular?
O herpes ocular é o herpes que acomete os olhos, podendo causar vermelhidão e coceira.
O que causa o herpes ocular?
O herpes ocular é causado pelo vírus herpes simples tipo I, o mesmo que causa a doença nos lábios. É transmitido pelo contato direto com bolhas, úlceras com líquido e feridas causadas pelo herpes.
Quais os sintomas do herpes ocular?
Os principais sintomas do herpes ocular são: muita sensibilidade à luz, sensação de corpo estranho no olho, coceira no olho, vermelhidão e irritação no olho, lacrimejamento excessivo, visão embaçada e aparecimento de bolhas ou úlceras com borda avermelhada e líquido na pele próxima do olho. Em alguns casos, aparece uma ferida na córnea, que pode ocasionar febre e mal-estar geral nas primeiras 48 a 72 horas.
Quais são as formas de tratamento do herpes ocular?
Herpes ocular não tem cura e pode reaparecer mais de uma vez ao longo da vida. No entanto, existem algumas formas de tratamento para aliviar os sintomas: pomadas, comprimidos anti-inflamatórios e antiviraisou colírios. Outra forma de aliviar os sintomas é fazendo compressas úmidas, mornas ou frias, com pomadas com bacitracina-polimixina para proteger o olho. Essa doença, se não tratada, pode ter complicações graves. Procure um oftalmologista.
O herpes ocular pode afetar bebês, causando inflamações e até perda de visão. É uma doença grave que exige atenção imediata.
Sintomas
Olhos vermelhos, Dor, Lacrimejamento, Vermelhidão, Ardência, Sensibilidade à luz, Edemas.
Tratamento
• Medicamentos antivirais, orais ou via tópica
• Corticoides tópicos
• Gotas que dilatam a pupila
• Raspagem da córnea com um cotonete para eliminar células mortas e danificadas
Prevenção
• Evitar que o bebê seja beijado por alguém com herpes ativo
• Procurar atendimento médico especializado assim que perceber qualquer alteração
Transmissão
• A transmissão de pessoa para pessoa é uma das principais causas do herpes em bebês
• A infecção durante o parto também é uma das principais causas do herpes em bebês
Reativação
• O vírus pode permanecer dormente no corpo da criança e ser reativado em momentos de estresse ou comprometimento do sistema imunológico