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CASO HENRY BOREL MEDEIROS
Por Susi Hellen Spindola
Publicado em 07/05/2026 09:24
Crimes Horríveis

 

O caso de Henry Borel Medeiros foi um dos crimes mais chocantes e repercutidos no Brasil recente, envolvendo a morte de uma criança de apenas 4 anos no Rio de Janeiro.

Quem era Henry?

Henry Borel era um menino carioca que vivia com a mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, Jairinho (nome completo: Jairo Souza Santos Júnior), que era vereador na época.

 

⚠️ O que aconteceu?

No dia 8 de março de 2021, Henry foi levado já desacordado a um hospital na Barra da Tijuca, onde chegou sem vida. Inicialmente, a versão apresentada por Jairinho e Monique foi de que o menino teria sofrido um acidente doméstico.
No entanto, exames revelaram algo muito mais grave:
➡️ Henry tinha diversas lesões internas e externas, incompatíveis com uma simples queda.
➡️ Havia sinais de agressões repetidas.

 

Investigações

A investigação da Polícia Civil do Rio concluiu que:
• Henry foi vítima de tortura e agressões constantes.
• O principal suspeito era o padrasto, Jairinho.
• A mãe, Monique, foi acusada de omissão, por não impedir as agressões.
Mensagens e depoimentos mostraram que:
• Henry já tinha medo de ficar sozinho com Jairinho.
• Professores e familiares notaram mudanças no comportamento da criança antes da morte.


⚖️ Prisão e processo

Em abril de 2021:
• Jairinho e Monique foram presos preventivamente.
• Jairinho foi acusado de homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima).
• Monique também foi acusada por participação e omissão.
O caso segue na Justiça, com etapas de julgamento e recursos ao longo dos anos.

Repercussão

O caso gerou enorme comoção nacional e levantou discussões importantes:
• Violência doméstica contra crianças
• Responsabilidade de responsáveis legais
• Falhas na identificação precoce de maus-tratos
Também levou a debates sobre proteção infantil e denúncias de abuso.

O caso de Henry Borel Medeiros foi um dos crimes mais chocantes e repercutidos no Brasil recente, envolvendo a morte de uma criança de apenas 4 anos no Rio de Janeiro.


Quem era Henry?

Henry Borel era um menino carioca que vivia com a mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, Jairinho (nome completo: Jairo Souza Santos Júnior), que era vereador na época.
⚠️ O que aconteceu?

No dia 8 de março de 2021, Henry foi levado já desacordado a um hospital na Barra da Tijuca, onde chegou sem vida. Inicialmente, a versão apresentada por Jairinho e Monique foi de que o menino teria sofrido um acidente doméstico.
No entanto, exames revelaram algo muito mais grave:
➡️ Henry tinha diversas lesões internas e externas, incompatíveis com uma simples queda.
➡️ Havia sinais de agressões repetidas.

Investigações

A investigação da Polícia Civil do Rio concluiu que:
• Henry foi vítima de tortura e agressões constantes.
• O principal suspeito era o padrasto, Jairinho.
• A mãe, Monique, foi acusada de omissão, por não impedir as agressões.
Mensagens e depoimentos mostraram que:
• Henry já tinha medo de ficar sozinho com Jairinho.
• Professores e familiares notaram mudanças no comportamento da criança antes da morte.

 

⚖️ Prisão e processo

Em abril de 2021:
• Jairinho e Monique foram presos preventivamente.
• Jairinho foi acusado de homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima).
• Monique também foi acusada por participação e omissão.
O caso segue na Justiça, com etapas de julgamento e recursos ao longo dos anos.

 

Repercussão

O caso gerou enorme comoção nacional e levantou discussões importantes:
• Violência doméstica contra crianças
• Responsabilidade de responsáveis legais
• Falhas na identificação precoce de maus-tratos
Também levou a debates sobre proteção infantil e denúncias de abuso.

 

ATUALIZAÇÃO 2026

⚖️ 

O caso voltou ao centro das notícias em 2026 por causa do julgamento de Jairo Souza Santos Júnior e Monique Medeiros, acusados pela morte do menino em março de 2021.


O que aconteceu recentemente?

Júri foi adiado

O julgamento começou em março de 2026 no Rio de Janeiro, mas acabou sendo interrompido depois que os advogados de Jairinho abandonaram o plenário alegando falta de acesso completo às provas e possíveis nulidades processuais. 

A Justiça entendeu a atitude como uma tentativa de atrasar o processo e remarcou o júri para:
25 de maio de 2026. 


Pedido para mudar o julgamento de estado foi negado

A defesa de Jairinho pediu que o julgamento fosse transferido para outro estado, alegando que a grande repercussão pública no Rio poderia comprometer a imparcialidade do júri. 

O Tribunal de Justiça do Rio negou o pedido e afirmou que:

  • o caso tem repercussão nacional;

  • manifestações do pai de Henry estão dentro da liberdade de expressão;

  • não havia motivo jurídico suficiente para mudar o local do júri. 


Monique Medeiros voltou para a prisão

Outro ponto importante:
o ministro Gilmar Mendes determinou o retorno imediato de Monique Medeiros à prisão preventiva. 

Ela havia sido solta temporariamente após o adiamento do julgamento, mas o STF entendeu que:

  • o atraso ocorreu por manobras da defesa;

  • isso não justificaria relaxamento da prisão. 

Monique se entregou à polícia dias depois da decisão. 


Nova testemunha incluída

A Justiça também autorizou o depoimento de uma nova testemunha de defesa indicada por Jairinho. 

Ela afirma que o pai de Henry, Leniel Borel, teria agredido o menino anteriormente — tese rejeitada pela acusação e que deve gerar forte disputa no júri. 


 

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