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MPF DENUNCIA 13 PESSOAS ENVOLVIDAS EM OPERAÇÃO NARCO AZIMUT
Por Susi Hellen Spindola
Publicado em 18/04/2026 07:00
Notícia

A denúncia do Ministério Público Federal contra 13 pessoas faz parte da segunda fase da Operação Narco Azimut II e revela um esquema complexo de lavagem de dinheiro ligado ao crime organizado no Brasil.

O que aconteceu

  • O MPF acusou 13 investigados de integrar uma organização criminosa.

  • O grupo teria movimentado mais de R$ 262 milhões ao longo de 2025

  • O dinheiro vinha de atividades ilegais como:

    • tráfico internacional de drogas

    • rifas ilegais

    • apostas em plataformas não regulamentadas 

Como funcionava o esquema

Segundo as investigações, a organização atuava para esconder a origem ilícita do dinheiro e reinseri-lo na economia legal. Entre as práticas usadas estavam:

  • fragmentação de transações (dividir valores para dificultar rastreamento)

  • uso de várias contas bancárias e empresas

  • “laranjas” (pessoas físicas e jurídicas)

  • mecanismos informais de compensação financeira 

Além disso, o grupo era estruturado, com divisão de funções e coordenação entre os membros.

Quem estava envolvido

As apurações indicam a participação de diferentes perfis:

  • empresários

  • doleiros

  • influenciadores digitais

  • pessoas ligadas ao meio musical 

(Os nomes não foram divulgados porque o processo corre sob sigilo.)

⚖️ Crimes apontados

Se a Justiça aceitar a denúncia, os acusados podem responder por:

  • associação criminosa

  • lavagem de dinheiro

  • evasão de divisas 

Contexto maior

A Narco Azimut é parte de uma série de operações (como Narco Vela e Narco Bet) que investigam um esquema maior de lavagem de dinheiro no país, com novos desdobramentos — como a operação Narco Fluxo, focada no núcleo financeiro do grupo.

 

 

 


 

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