A denúncia do Ministério Público Federal contra 13 pessoas faz parte da segunda fase da Operação Narco Azimut II e revela um esquema complexo de lavagem de dinheiro ligado ao crime organizado no Brasil.
O que aconteceu
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O MPF acusou 13 investigados de integrar uma organização criminosa.
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O grupo teria movimentado mais de R$ 262 milhões ao longo de 2025.
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O dinheiro vinha de atividades ilegais como:
Como funcionava o esquema
Segundo as investigações, a organização atuava para esconder a origem ilícita do dinheiro e reinseri-lo na economia legal. Entre as práticas usadas estavam:
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fragmentação de transações (dividir valores para dificultar rastreamento)
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uso de várias contas bancárias e empresas
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“laranjas” (pessoas físicas e jurídicas)
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mecanismos informais de compensação financeira
Além disso, o grupo era estruturado, com divisão de funções e coordenação entre os membros.
Quem estava envolvido
As apurações indicam a participação de diferentes perfis:
(Os nomes não foram divulgados porque o processo corre sob sigilo.)
⚖️ Crimes apontados
Se a Justiça aceitar a denúncia, os acusados podem responder por:
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associação criminosa
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lavagem de dinheiro
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evasão de divisas
Contexto maior
A Narco Azimut é parte de uma série de operações (como Narco Vela e Narco Bet) que investigam um esquema maior de lavagem de dinheiro no país, com novos desdobramentos — como a operação Narco Fluxo, focada no núcleo financeiro do grupo.