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MORRE OSCAR SCHMIDT, LENDA DO BASQUETE BRASILEIRO E MUNDIAL
Por Susi Hellen Spindola
Publicado em 17/04/2026 17:05
Falecimentos

 

Oscar Schmidt, ex-jogador de basquete, faleceu nesta sexta-feira (17) em Santana do Parnaíba, na região metropolitana de São Paulo, após se sentir mal. Ele foi encaminhado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA). A causa do falecimento não foi informada.

 

- Quem foi Oscar Schmidt — e por que ele é considerado um dos maiores jogadores de basquete da história?

Se você acha que grandeza no esporte se mede só pela NBA, essa thread vai te fazer repensar.

- Oscar Daniel Bezerra Schmidt nasceu em 1958, em Natal (RN). Desde cedo, mostrou talento absurdo pro basquete — mas o que realmente o diferenciou foi a mentalidade: obsessão por evoluir e vencer.

- Ele ficou conhecido como “Mão Santa”
O apelido não era à toa: Oscar tinha um dos arremessos mais letais que o basquete já viu. Pontuar era praticamente inevitável quando a bola passava por ele.

- Mesmo sendo draftado pela NBA (New Jersey Nets, 1984), Oscar tomou uma decisão incomum: recusou jogar lá.

Por quê?
Na época, atletas da NBA não podiam disputar Olimpíadas — e representar o Brasil sempre foi prioridade pra ele.

- E que escolha.

Oscar virou simplesmente o MAIOR CESTINHA da história do basquete mundial, com mais de 49 mil pontos na carreira — superando nomes da NBA.

- Pela seleção brasileira, ele brilhou em diversas competições:

  • 5 Olimpíadas

  • Momentos históricos contra potências como EUA

  • Jogos em que praticamente carregava o time sozinho

- O auge emocional veio nas Olimpíadas de 1988, em Seul.
Contra os Estados Unidos, Oscar marcou 55 pontos — um dos maiores feitos individuais da história olímpica.

- Nos clubes, construiu uma carreira gigante:

Jogou no Brasil, Itália e Espanha — sempre sendo protagonista, cestinha e ídolo por onde passava.

- Mais do que números, Oscar representava algo raro:

Competitividade extrema
Confiança inabalável
Amor genuíno pela camisa do Brasil

Ele jogava com orgulho — e isso marcava quem assistia.

- Após se aposentar, enfrentou talvez o maior desafio da vida: um câncer no cérebro.

E, como sempre, encarou de frente — com coragem e bom humor.

- Hoje, Oscar Schmidt é símbolo de:

  • Resiliência

  • Excelência

  • Escolhas com propósito

Um atleta que abriu mão da fama global pra defender algo maior.

 

Grandeza não é só sobre onde você chega —
mas sobre o que você escolhe no caminho.

E nisso, Oscar foi gigante.

 

 

SAÚDE DE OSCAR SCHMIDT

O título chama atenção, mas vale colocar as coisas com precisão: não foram “11 anos seguidos de sofrimento contínuo”, e sim uma longa jornada de diagnóstico, tratamento e controle da doença — com momentos críticos e outros de estabilidade.

Aqui vai um panorama claro sobre os problemas de saúde de Oscar Schmidt:


Diagnóstico de câncer no cérebro

Em 2011, Oscar foi diagnosticado com um tumor cerebral — mais especificamente um tipo chamado glioma (um tumor que se origina nas células do cérebro).

Na época, a notícia chocou o Brasil. Ele já era um ícone do esporte, e o diagnóstico trouxe preocupação imediata sobre sua sobrevivência.


Cirurgias delicadas

Logo após o diagnóstico, Oscar passou por uma cirurgia para retirada do tumor.

Mas o tratamento não parou por aí:

  • Ele precisou de mais de uma intervenção cirúrgica ao longo dos anos

  • Algumas dessas cirurgias foram necessárias por recidiva do tumor (quando ele volta a crescer)

Esses procedimentos são extremamente delicados, já que envolvem diretamente o cérebro.


Tratamento prolongado

Além das cirurgias, Oscar enfrentou um tratamento longo, que incluiu:

  • Quimioterapia

  • Uso contínuo de medicamentos

  • Acompanhamento médico frequente

Esse processo se estendeu por mais de uma década — o que muitas vezes é resumido como “11 anos de tratamento”.


⚠️ Momentos críticos

Ao longo desse período, houve fases mais graves:

  • Internações

  • Complicações decorrentes do tratamento

  • Períodos de maior fragilidade física

Mesmo assim, ele surpreendeu médicos e fãs com sua capacidade de recuperação.


Recuperação e resiliência

O mais impressionante foi a postura de Oscar durante tudo isso:

  • Sempre manteve o bom humor

  • Continuou aparecendo publicamente

  • Nunca perdeu a personalidade forte e direta

Ele próprio já afirmou diversas vezes que encarou a doença como mais um “adversário” — algo muito alinhado com sua mentalidade competitiva nas quadras.


Situação ao longo dos anos

Com o tempo, o câncer passou a ser controlado, e não necessariamente eliminado.

Ou seja:

  • Não foi uma “cura simples”

  • Mas sim um processo de conviver e controlar a doença


O que fica dessa história

A trajetória de Oscar fora das quadras reforça o que ele sempre mostrou dentro delas:

  • Resistência mental absurda

  • Disciplina

  • Capacidade de enfrentar situações extremas

Ele não virou símbolo só pelo basquete — mas também pela forma como lidou com um dos desafios mais difíceis que alguém pode enfrentar.


 

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