Thawanna Salmázio, atingida por uma PM durante uma abordagem na Zona Leste de São Paulo, aguardou mais de 30 minutos pelo resgate, mesmo com a proximidade de bases do Corpo de Bombeiros do local onde ocorreu o disparo realizado pela soldado Yasmin Cursino Ferreira. A câmera corporal de outro agente registrou a morte da mulher de 31 anos na madrugada de 3 de abril.
O tempo de resposta ultrapassou 30 minutos, excedendo em pelo menos 10 minutos a meta de 20 minutos definida pela própria corporação (leia mais abaixo).
O incidente ocorreu por volta das 3h, um período de baixo tráfego de veículos. Thawanna recebeu atendimento e foi encaminhada ao hospital, porém não sobreviveu aos ferimentos.