Na segunda-feira (30), o Knesset, parlamento israelense, aprovou uma lei que estabelece a pena de morte como sentença padrão para palestinos condenados em tribunal militar por ataques letais. Essa medida atende a uma das principais promessas dos aliados ultradireitistas do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
A lei gerou críticas internacionais contra Israel, que já está sendo investigado devido ao crescimento da violência de colonos contra palestinos na Cisjordânia.
A lei contém cláusulas que demandam a execução por enforcamento em até 90 dias após a condenação, com alguma possibilidade de adiamento, porém sem direito a clemência. Além disso, prevê a possibilidade de aplicar prisão perpétua em vez da pena de morte.