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FATOS ASSUSTADORES SOBRE O PAÍS BUTÃO
Por Susi Hellen Spindola
Publicado em 27/02/2026 07:50
Países

 

1) O mosteiro pendurado no abismo

O icônico Mosteiro do Ninho do Tigre (Paro Taktsang) fica grudado a um penhasco a mais de 3.000 metros de altitude.
Diz a lenda que foi construído no local onde Padmasambhava teria chegado voando nas costas de uma tigresa demoníaca.
Entre neblina densa e precipícios verticais, o lugar já foi palco de incêndios misteriosos ao longo dos séculos.


2) Rituais para expulsar demônios

No interior do país, festivais religiosos incluem danças mascaradas que representam espíritos da morte e entidades infernais.
Algumas cerimônias antigas eram realizadas para “aprisionar” forças malignas em objetos rituais.
Moradores ainda evitam certos locais nas montanhas ao anoitecer.


3) O país onde a felicidade é política de Estado… mas o isolamento é real

O Butão mede o progresso pela “Felicidade Interna Bruta”.
Por décadas, o país ficou praticamente fechado ao mundo exterior.
Até a TV só foi liberada em 1999 — tornando-o o último país do mundo a adotar oficialmente a televisão.

Isolamento prolongado + tradições espirituais intensas = uma atmosfera que muitos viajantes descrevem como “fora do tempo”.


4) Valas comuns nas montanhas

Durante tensões étnicas nos anos 1990, milhares de pessoas foram expulsas do país.
Relatos apontam vilarejos abandonados nas regiões mais remotas — casas vazias sendo lentamente engolidas pela natureza.


 

5) O cemitério aéreo dos Himalaias

O Aeroporto de Paro é considerado um dos aeroportos mais perigosos do mundo.
Pilotos precisam voar manualmente entre picos gigantescos — qualquer erro significa colisão com montanhas.

E nas estradas? Não é raro ver curvas à beira de precipícios sem proteção adequada.


6) O simbolismo perturbador nas fachadas

Em vilas tradicionais, é comum ver pinturas explícitas de falos gigantes nas paredes das casas.
A origem vem de práticas ligadas a Drukpa Kunley, conhecido como o “Divino Louco”.
Acredita-se que esses símbolos afastam maus espíritos — mas para muitos visitantes, o choque é imediato.


7) Mortes nas trilhas sagradas

Algumas trilhas de peregrinação passam por áreas onde pessoas já morreram de exaustão ou quedas.
Em regiões de alta altitude, o mal da montanha pode causar delírios — há relatos de viajantes ouvindo vozes no vento.


8) A crença nos espíritos da floresta

Grande parte do território é coberta por florestas densas.
Moradores tradicionais acreditam que certas áreas são habitadas por entidades protetoras — ou vingativas.
Cortar árvores em locais sagrados pode, segundo a crença, atrair doença ou morte.


9) O silêncio que incomoda

Diferente de grandes cidades asiáticas, muitas regiões do Butão ficam mergulhadas em silêncio absoluto à noite.
Sem poluição sonora. Sem luz urbana intensa.
Apenas vento nas montanhas.

 

Para alguns, paz.
Para outros… inquietação profunda.

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