1. Ampliação da investigação pela Justiça e Polícia Federal
2. Corregedoria Nacional de Justiça exige explicações de tribunais
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O Corregedor Nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, determinou que 5 Tribunais de Justiça (do Maranhão, Bahia, Paraíba, Alagoas e Distrito Federal) expliquem, em até 15 dias, o motivo de **depósitos judiciais bilionários — estimados em cerca de R$ 30 bilhões — terem sido transferidos para o Banco Regional de Brasília (BRB), numa movimentação que entrou no radar da PF.
⚖️ 3. Mudança de relator no STF
4. Impactos financeiros e liquidações relacionadas
Embora não seja uma “nova” atualização nos últimos 15 dias, existem efeitos financeiros recentes relevantes que estão sendo reportados agora:
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O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) já pagou grande parte das garantias a investidores elegíveis do Banco Master (e instituições vinculadas) — com bilhões de reais já desembolsados, cobrindo CDBs e aplicações de clientes, e pagamentos que representam uma grande parcela do total de créditos garantidos.
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Em paralelo, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial de outras instituições relacionadas ao grupo Master (como o Banco Pleno S.A., entre outros), ampliando o impacto do escândalo no sistema financeiro.
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Estimativas de analistas sugerem que o “efeito Master” no FGC pode ultrapassar R$ 50 bilhões, afetando a liquidez e elevando preocupações sobre pressões no sistema bancário.
Contexto geral (para entender o que está em curso)
O caso Master envolve uma investigação de supostas fraudes bilionárias e gestão temerária que levou o Banco Central a liquidar extrajudicialmente o banco e outras entidades associadas no fim de 2025, após indícios de operações com ativos fraudulentos e risco sistêmico elevado ao FGC e ao sistema financeiro. Autoridades federais — incluindo PF, STF e CNJ — continuam apurando responsabilidades penais e administrativas decorrentes do escândalo.