O que aconteceu
No sábado, 7 de fevereiro de 2026, durante uma aula de natação na piscina da academia C4 Gym, no bairro Parque São Lucas (zona leste de São Paulo), usuários começaram a sentir mal-estar logo após entrarem na água — inclusive um forte cheiro químico no ambiente.
A professora Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, passou mal primeiro. Ela foi socorrida, levada a um hospital em Santo André e, infelizmente, teve uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. Outros participantes — incluindo o marido dela, um adolescente de 14 anos e mais duas pessoas — também foram internados com sintomas de intoxicação.
Suspeita de intoxicação por produtos químicos
A Polícia Civil de São Paulo está investigando o caso como possível intoxicação química causada por uma reação inadequada de produtos usados no tratamento da piscina. Testemunhas relataram cheiro muito forte de cloro e que muitas pessoas tiveram irritação nos olhos, nariz e vias respiratórias, além de vômitos.
Especialistas alertam que, se houver mistura incorreta de substâncias (por exemplo, cloro com outros produtos), podem ser liberados gases tóxicos como gás cloro e cloraminas, que são extremamente nocivos quando inalados e podem levar à inflamação grave das vias aéreas e até falência respiratória.
Irregularidades e investigação
A academia foi fechada para perícia, e a polícia está analisando amostras da água e do local para identificar o que causou a intoxicação. Há relatos também de que a unidade não tinha alvará de funcionamento e que o responsável pela manutenção da piscina era um funcionário sem qualificação técnica adequada para esse tipo de tarefa.
️ Desdobramentos
A vítima fatal está sendo velada e será sepultada em São Paulo nesta segunda-feira (9). A polícia segue colhendo provas e ouvições para esclarecer responsabilidades.
Se quiser, posso te explicar como substâncias químicas em piscinas podem se tornar perigosas, ou o que as autoridades estão especificamente investigando para responsabilizar o estabelecimento — só dizer!