⚖️ O que está em disputa
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Miguel Abdalla Netto, tio materno de Suzane von Richthofen, morreu no dia 9 de janeiro de 2026 aos 76 anos em sua casa em São Paulo.
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Ele deixou um patrimônio avaliado em cerca de R$ 5 milhões, incluindo imóveis (casas e sítio) e aplicações financeiras.
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Não existe testamento, o que faz com que a partilha seja regida pela lei civil brasileira.
Quem são as partes envolvidas
Suzane von Richthofen
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Sobrinha de Miguel, filha de sua irmã Marísia (falecida).
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Condenada pelo assassinato dos próprios pais em 2002, cumpre pena em regime aberto desde 2023.
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Suzane reivindica sua cota de herança como parente legítima, porque não havia testamento e ela é parente colateral direto.
Silvia (ou Carmem Silvia) Magnani
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Prima de Miguel, que afirma ter mantido uma união estável de cerca de 14 anos com ele.
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Busca reconhecimento legal dessa união estável para poder ser incluída na partilha de bens.
Andreas von Richthofen
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Irmão de Suzane, também herdeiro legítimo por lei.
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Decidiu não participar da disputa judicial pela herança.
⚖️ Pontos de conflito
⚖️ Herança legal vs. relação estável
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Se a alegada união estável de Silvia com Miguel for reconhecida pela Justiça, ela pode ter direito à herança.
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Se não for reconhecida, Suzane pode herdar como parente consanguínea direta (sobrinhos, na falta de pais, cônjuge e filhos).
Ações polêmicas no imóvel
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Suzane soldou o portão e as portas da casa do tio e retirou um carro que pertencia ao falecido, alegando que isso seria para proteger o patrimônio após relatos de furtos no imóvel.
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A defesa de Silvia contesta essas ações, chamando-as de invasão ou subtração não autorizada.
Investigação da morte
Situação atual
✔️ A disputa está no campo judicial e envolve tanto a definição de quem tem direito à herança quanto quem assume o papel de administrador do inventário.
✔️ Sem um testamento, prevalece a sucessão legal (código civil).
✔️ A definição final ainda dependerá de decisões judiciais futuras, especialmente sobre a união estável alegada por Silvia.