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PERSONALIDADE MUSICAL: ELVIS PRESLEY
Por Susi Hellen Spindola
Publicado em 07/01/2026 08:02
Música

 

 

 

8 de janeiro de 1935 - 16 de agosto de 1977

Curiosidades pouco conhecidas sobre Elvis Presley ✨

 

Elvis nunca fez turnê mundial

Apesar de ser o artista mais famoso do planeta, Elvis nunca se apresentou fora da América do Norte. O motivo? Medo de avião e o controle rígido de seu empresário, Colonel Parker.

 

 Ele tinha um crachá do FBI

Elvis era obcecado por distintivos. Ele chegou a escrever pessoalmente ao presidente Nixon pedindo um crachá do FBI — e conseguiu. Acreditava que isso o tornava “oficialmente” parte da luta contra as drogas.

 

 Elvis era faixa-preta em karatê

Pouca gente sabe, mas ele praticava karatê com seriedade e alcançou faixa-preta. Seus movimentos no palco foram diretamente influenciados pelas artes marciais.

 

 Seu maior medo era esquecer a letra das músicas

Mesmo sendo um ícone, Elvis tinha pavor de errar no palco. Por isso, ele treinava obsessivamente e usava cartões com letras como apoio.

 

 Ele lia sobre espiritualidade todos os dias

Elvis se interessava profundamente por espiritualidade, filosofia oriental e metafísica. Um de seus livros favoritos era The Impersonal Life, que ele mantinha sempre por perto.

 

 Ele tinha gêmeo

Jesse Garon Presley, seu irmão gêmeo, nasceu morto. Elvis acreditava que isso criou nele um sentimento constante de que “faltava uma parte”, algo que marcou profundamente sua personalidade.

 

 Graceland foi paga muito antes da fama gigante

Elvis comprou Graceland em 1957 quando ainda não era o “Rei absoluto”. Ele queria um lar estável para sua família antes de pensar em luxo.

 

Ele não sabia ler partituras

Elvis tocava de ouvido. Não lia música formalmente, mas tinha uma memória musical extraordinária e sabia exatamente o som que queria.

 

 

Era extremamente tímido fora dos palcos

Longe das câmeras, Elvis era introvertido e educado. A persona confiante só aparecia quando as luzes se acendiam.

 

 Ele odiava ser chamado de “Rei”

Apesar do apelido “Rei do Rock”, Elvis se sentia desconfortável com o título e sempre dizia que o verdadeiro Rei era o público.

 

Elvis dormia de dia e vivia à noite

Nos últimos anos, Elvis tinha um relógio biológico completamente invertido. Ele costumava acordar ao entardecer, fazia refeições de madrugada e ensaiava músicas às 2 ou 3 da manhã.

 

Ele era obcecado por números “da sorte”

Elvis acreditava que certos números traziam proteção espiritual. Datas, placas de carro e até horários eram escolhidos com base nisso — algo que quase ninguém da equipe entendia.

 

Tinha pavor do silêncio absoluto

Elvis raramente ficava em silêncio total. Ele costumava deixar TVs e rádios ligados ao mesmo tempo, pois dizia que o silêncio fazia seus pensamentos “ficarem altos demais”.

 

 Elvis gostava de presentear desconhecidos

Ele frequentemente entrava em lojas, comprava carros, joias ou roupas e dava tudo para estranhos, apenas porque sentiu vontade ou achou a pessoa gentil.

 

 Ele acreditava que tinha uma missão espiritual

Elvis acreditava que sua voz e fama tinham sido dadas por algo maior. Ele dizia que não escolheu ser famoso — foi escolhido.

 

 Tinha fascínio por OVNIs e fenômenos inexplicáveis

Antes de morrer, Elvis contou a amigos que acreditava ter visto luzes estranhas no céu quando criança e dizia sentir uma “proteção invisível” ao longo da vida.

 

 Seu quarto em Graceland era quase inacessível

Pouquíssimas pessoas podiam entrar no quarto de Elvis. Ele era extremamente reservado e dizia que aquele era seu único lugar realmente seguro no mundo.

 

 Elvis odiava repetir takes em filmes

Durante sua fase em Hollywood, ele ficava frustrado com gravações repetidas e achava que os filmes o afastavam da música — algo que contribuiu para seu desgaste emocional.

 

Ele acreditava que não viveria até a velhice ⏳

Em conversas íntimas, Elvis dizia que sentia que sua vida seria curta. Ele não falava isso com tristeza, mas como uma certeza estranha.

 

 Após sua morte, cartas misteriosas chegaram a Graceland

Funcionários relataram cartas sem remetente, escritas como se Elvis ainda estivesse vivo — alimentando lendas e teorias até hoje.

 

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