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ATAQUE DE TRUMP À VENEZUELA, O QUE SE SABE?
Por Susi Hellen Spindola
Publicado em 03/01/2026 11:02
Notícia

  Explosões em Caracas e ataque militar

Na madrugada de 3 de janeiro de 2026, moradores de Caracas relataram ao menos sete explosões e aeronaves militares voando a baixa altitude sobre a capital venezuelana. Isso começou uma operação militar dos EUA contra a Venezuela. 

 

 

Trump anuncia ataque “em larga escala”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou em sua rede Truth Social que os EUA realizaram um ataque militar de grande escala contra a Venezuela. 

Forbes Brasil

 

  Captura de Nicolás Maduro

Trump afirmou que as forças americanas capturaram o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, e que ambos foram retirados do país. 

Forbes Brasil

 

  Alvos atingidos

Segundo relatos, a operação incluiu ataques a bases militares, aeroporto, porto e outros pontos estratégicos próximos a Caracas. 

 

 

Reação do governo venezuelano

O governo da Venezuela chamou a ação de “agressão militar gravíssima” e pediu prova de vida de Maduro e sua esposa. Autoridades venezuelanas rejeitaram a presença estrangeira e convocaram o povo a resistir. 

 

 

️ Contexto de tensões crescentes

Essa operação é o ápice de meses de pressão dos EUA sobre Caracas — incluindo ataques a supostos barcos de narcotráfico, sanções a empresas de petróleo venezuelanas e bloqueio de exportações de petróleo. 

 

 

⚖️ Justificativas de Trump

Trump afirma que a ação faz parte de uma campanha contra o “narco-terrorismo” e acusa Maduro de liderar um regime criminoso envolvido com tráfico de drogas — embora críticos questionem evidências e apontem outros interesses, como o petróleo venezuelano. 

 

 

  Reações internacionais

Líderes de países vizinhos e da região condenaram a operação, chamando-a de violação da soberania venezuelana e ato agressivo na América Latina. 

 

 

Implicações geopolíticas

Essa é uma das intervenções mais diretas dos EUA na América Latina desde a invasão do Panamá em 1989. A situação ainda está se desenrolando, com potencial impacto sobre a estabilidade regional e o futuro político da Venezuela.

 

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