A iniciativa do Governo Federal visa não apenas incrementar o número de beneficiários – agora em torno de 56 milhões – mas também ajustar e aumentar os valores repassados, garantindo um suporte mais efetivo às famílias inscritas.
Alterações no programa
Uma das mudanças mais notáveis é o aumento do valor mínimo que as famílias inscritas começam a receber, fixando-se em R$ 600, um marco importante para garantir um patamar mínimo de renda.
Paralelamente, diversos auxílios complementares foram instituídos, cada um pensado para atender diferentes aspectos da vida familiar, tais como saúde, educação e nutrição, assegurando um apoio mais holístico.
Como ser beneficiário do Bolsa Família?
Para fazer parte do Bolsa Família, é preciso atender a critérios específicos de vulnerabilidade social, medidos principalmente pela renda per capita mensal, que não deve exceder R$ 218.
A inscrição no Cadastro Único (CadÚnico) e o cumprimento de condicionalidades, como a frequência escolar e o acompanhamento de saúde das crianças, são fundamentais para a adesão e permanência no programa.
FONTE: O ANTAGONISTA